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sábado, 10 de outubro de 2009

Os pecados capitais da Igreja


A igreja, como o corpo de Cristo, é santificada pelo Espírito Santo, mas esta se constitui de pessoas que foram justificadas pela fé, e que adentraram no reino de Deus. Porém, as instituições religiosas cristã, que abrigam cristãos, seja ela qual for, são passíveis de corrupção e desalinhamento da verdade do Evangelho. Dessa forma, facilmente verificamos denominações e instituições que tem o nome igreja se comportarem de maneira oposta á Igreja de Cristo. Abaixo temos um exemplo de como uma instituição dita cristã na sua conduta pode não ser cristã. (Apesar da matéria se referir à igreja católica, coisas semelhantes ocorrem em denominações evangélicas, e qualquer organização religiosa).

Eis o perigo de sermos membros de uma instituição e não sermos membros do corpo de Cristo!


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Esta é uma reprodução da matéria da Revista Aventuras na História, editora Abril, edição 45, maio de 2007, página 30.


Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço


Respeitar os pecados capitais (criados pela própria Igreja) nem sempre foi prioridade no Vaticano.

No século 6, o papa Gregório I fez uma lista com sete pecados capitais. O catálogo hoje faz parte da doutrina da Igreja: gula, avareza, inveja, ira, soberba, luxúria e preguiça. Os fiéis sempre foram orientados a não ceder a nenhum deles.
Apesar disso, é possível identificar pelo menos seis pecados capitais na história do Vaticano - o da preguiça, se houve, ficou bem disfarçado dentro dos domínios da Igreja.

GULA
Vários papas são conhecidos por ter protagonizado banquetes pantagruélicos. Há até um caso em que a gula está ligada à morte de um pontífice. Em 1471, Paulo II caiu duro logo após comer dois grandes melões sozinho - há suspeita de que ele tenha sido envenenado.

AVAREZA
O maior exemplo da sede de riqueza dos papas é a Doação de Constantino, forjada por volta do ano 800. Imitando um decreto do imperador romano, que vivera 500 anos antes, o falso documento simplesmente doava toda a Europa Ocidental ao papado. Até o fim da Idade Média, muita gente acreditou na farsa.

INVEJA
Em busca do cargo máximo da Igreja, alguns pontífices são acusados de ter mandado matar seus antecessores. O caso mais impressionante é o de Bonifácio VII, que nem precisou de intermediários. Em 974, ele mesmo estrangulou Bento VI para tomar seu lugar.

IRA
Durante o Renascimento, papas não só declaravam guerra como partiam pessoalmente para a briga. Um exemplo foi Júlio II, que chegou a bater até em seus aliados. Certa vez, espancou cardeais que não quiseram segui-lo numa cavalgada pela neve.

SOBERBA
Em 1870, o Concílio Vaticano I (reunião de cúpula da Igreja) declarou que o papa seria infalível em questões de ética e fé. Ao se pronunciar sobre esses dois temas, ele jamais erraria. Os críticos disseram que a decisão tinha menos a ver com a doutrina católica do que com os objetivos politicos de Pio IX, o primeiro papa "infalível".

LUXÚRIA
No início do cristianismo, os papas podiam se casar e ter filhos, assim como qualquer padre da época. Mais tarde, eles se tornaram os grandes defensores do celibato na Igreja. Isso não impediu que, no século 16, o pontífice Alexandre VI tivesse pelo menos nove filhos com três mulheres e ostentasse publicamente a amante Giulia "A Bela" Farnese.


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