História e Bíblia

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domingo, 31 de julho de 2011

Fábula - A CORUJA E A ÁGUIA


Fábula - A CORUJA E A ÁGUIA

Conta-se que a Dona Coruja encontrou a Dona Águia, e disse-lhe:

- Olá, Dona Águia, se vires uns passarinhos muito lindos em um ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os coma, que são os meus filhos!

A águia prometeu-lhe que não os comeria e saiu voando; logo encontrou numa árvore um ninho, e comeu todos filhotes.

Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comido os filhos, foi ter com a águia, muito aflita:

- Ô, Dona Águia, tu foste-me falsa, porque prometeste que não me comias meus filhinhos, e mataste-os todos!

Ao que respondeu-lhe a águia:

- Eu encontrei uns pássaros pequenos num ninho, todos feios, depenados, sem bico, e com os olhos tapados, e comi-os; e como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos, entendi que os teus não eram esses.

- Pois eram esses mesmos, lamentou-se a coruja.

- Pois, então, queixa-te de ti mesma, que é que me enganaste com a tua cegueira.


Fábula portuguesa, à qual se atribui o surgimento da expressão mãe coruja, pois aos olhos das mães os filhos são sempre perfeitos e lindos.




sábado, 30 de julho de 2011

John Stott – In Memoriam

John Stott – In Memoriam

Um herói da genuína fé cristã é recebido pelo Eterno.

“E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.” (ATOS 7. 56)




***

John Stott: Líderes Cristãos Evangélicos Pagam Tributo

Líderes evangélicos cristãos de todo o mundo estão de luto pela morte da figura evangélica, John Stott, que morreu na quarta-feira aos 90 anos de idade.

Stott, conhecido por moldar o evangelicalismo do século 20 através de seus escritos e pregações, morreu às 3:15h da tarde em sua casa de repouso em St. Barnabas College, localizada a 30 quilômetros de distância de Londres.Ele estava cercado por seu antigo secretário Frances Whitehead e amigos próximos que liam as Escrituras e ouviam "Messiah” de Handel, quando ele faleceu.

Um teólogo anglicano do Reino Unido, Stott foi o arquiteto-chefe do Pacto de Lausanne 1974 e autor de mais de 50 livros cristãos de complexa Teologia e explicou isso de uma forma que os leigos poderiam entender.Um de seus livros mais populares o Cristianismo Básico (Basic Christianity) (1958), que foi traduzido em mais de 60 línguas, segundo a editora de livros cristãos InterVarsity Press.Ele também influenciou milhões de Cristãos através de outros títulos bem conhecidos, incluindo Cristo o Polemista (Christ the Controversialist) (1970), Problemas Enfrentados por Cristãos de hoje (Issues Facing Christians Today) (1984) e aquele que ele sempre considerou seu melhor: A Cruz de Cristo (The Cross of Christ) (1986).

Em 2005, Stott foi destaque na revista TIME como uma das "100 pessoas mais influentes" do mundo.

Apesar de sua influência ampla na fé evangélica, muitos o conheciam carinhosamente como "Tio João".

Quando a notícia de sua morte veio à tona, líderes evangélicos imediatamente postaram declarações de lamento e honra a Stott como querido mentor e um dos maiores pensadores evangélicos de seu tempo.

"O mundo evangélico perdeu um dos seus maiores porta-vozes", disse o famoso evangelista dos EUA Billy Graham em um comunicado.

"Eu perdi um dos meus amigos pessoal e conselheiro. Estou ansioso para vê-lo novamente quando eu for para o céu."

Graham ajudou a organizar o encontro internacional que revelou o Pacto de Lausanne, um documento histórico que serviu como um manifesto para todo o evangelismo cristão no mundo.Quando soube da morte de Stott desde seu assistente, Graham se derramou em lágrimas e ficou sem fala, segundo disse seu neto Tullian Tchividjian via Twitter.

O pastor da mega-igreja da California, Rick Warren, chamou Stott um dos seus "mentores mais próximos."

"Eu recentemente voei para o Reino Unido apenas para orar por ele e sentar-me junto à sua cama. Que gigante!" tuitou o Pastor da Igreja Saddleback.

Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da Aliança Evangélica Mundial, o maior corpo de evangélicos em global, disse que foi pessoalmente impactado pelos ensinamentos de Stott.

"O Tio João, foi uma grande influência em meu próprio desenvolvimento teológico.Seu compromisso com a ortodoxia bíblica, a missão global e unidade do corpo de Cristo foram fundamentais na minha própria jornada espiritual", Tunnicliffe disse em um comunicado.

Stott foi o principal autor do Preâmbulo da Constituição de 1951 da WEA, que representa 600 milhões de evangélicos hoje em 128 países.No documento, Stott proveu uma moldura da bíblica e as três propostas primárias para a existência da WEA.

Um dos maiores legados deixados à Stott para a Igreja mundial é o Langham Partnership International e seus ministérios U.S. chapter John Stott Ministries.A organização treina pregadores para a educação de doutorado e pensadores evangélicos e fornece livros evangélicos em todo o mundo.

Chris Wright, diretor internacional de Langham Partnership International, emitiu um comunicado no site do John Stott Memorial homenageando o pregador de caráter de Cristo.

Como Moisés, ele foi um dos maiores líderes que Deus deu ao Seu povo, e ainda ao mesmo tempo, um dos homens mais humildes na face da terra. Ele foi, para todos nós que o conheceu um andarpersonificado da beleza simples de Jesus, a quem ele amou acima de tudo", escreveu Wright.

O S.Douglas Birdsall, o executivo do Movimento Lausanne e diretor internacional de Lindsay Brown, disse em um comunicado conjunto:

"Estamos tristes por sua partida, mas fortalecidos com o conhecimento que a sua grande confiança e esperança em Cristo, têm agora se tornado real para ele, e o trabalho de sua vida tem sido justificada."

Eles obsevaram que "a maior contribuição [de Stott] foi articular claramente e defender energicamente a fé que ele sempre entendeu ser a fé bíblica, baseada no Novo Testamento".

Langham Partnership International está convidando àqueles atingidos pela vida e o ministério de John Stott para postar comentários em um livro on-line de lembrança no site do Memorial de John Stott.Informações sobre memoriais e eventos em comemoração à vida de Stott também será lançado no site.

(O texto acima é do site: http://portuguese.christianpost.com/)





Educação em vista de um pensamento livre – Albert Einstein

Não basta ensinar ao homem uma especialidade. Porque torna-se- á assim uma máquina utilizável, mas não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso crítico daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto. A não ser assim, ele assemelhar-se-á, com seus conhecimentos profissionais, mais a um cão ensinado do que a uma criatura harmoniosamente desenvolvida. Deve aprender a compreender as motivações dos homens, suas quimeras e suas angústias para determinar com exatidão seu lugar exato em relação a seus próximos e à continuidade.

Estas reflexões essenciais, comunicadas à jovem geração graças aos contatos vivos com os professores, de forma alguma se encontram nos manuais. É assim que se expressa e se forma de início toda a cultura. Quando aconselho com ardor "As Humanidades", quero recomendar esta cultura viva, e não um saber fossilizado, sobretudo em história e filosofia.

Os excessos do sistema de competição e de especialização prematura, sob o falacioso pretexto de eficácia, assassinam o espírito, impossibilitam qualquer vida cultural e chegam a suprimir os progressos nas ciências do futuro. É preciso, enfim, tendo em vista a realização de uma educação perfeita, desenvolver o espírito crítico na inteligência do jovem. Ora, a sobrecarga do espírito pelo sistema de notas entrava e necessariamente transforma a pesquisa em superficialidade e falta de cultura. O ensino deveria ser assim: quem o receba o recolha como um dom inestimável, mas nunca como uma obrigação penosa.


Extraído do livro "Como vejo o Mundo" de Albert Einstein



terça-feira, 19 de julho de 2011

O TESTEMUNHO DAS PEDRAS!





O TESTEMUNHO DAS PEDRAS!

Jesus disse que se não se fala a verdade, as pedras clamam; e afirmou que clamariam até para pregar o Evangelho, caso os mensageiros se calassem ou falsificassem a verdade.

Quando os judeus se mostraram jactanciosos por serem “filhos de Abraão”, Jesus lhes disse que das pedras sobre as quais pisavam naquele lugar, Deus poderia gerar verdadeiros filhos de Abraão. Mostrando tanto a liberdade de Deus para se comunicar como bem entende e deseja, bem como acentuando o fato que “Abraão”, apesar de histórico, é mais que um homem, é um conceito, é um espírito, é um modo, é um caminho, é uma vereda de fé; e que o DNA de Abraão tem seu genoma na fé que vem como dom de Deus; e, portanto, podendo ser por Deus suscitada até em pedras; ou melhor: até mais facilmente em pedras do que em gente rebelde e arrogante.

Hoje já se sabe que até literalmente as pedras falam. Estou usando cilício para falar. Toda essa nossa conversa é ciliciana, é papo das pedras, é memória em pedras, é informação disponibilizada em pedra; pois, os homens não se comunicam mais com o coração.

As ciências em geral entraram no ambiente das pedras falantes e contadoras de todas as histórias passadas!
Deus, porém, que faz gente da lama, pode fazer pedras falarem...

Ah, como as pedras falam e ainda falarão!...

Nesse tempo em que os discípulos se tornaram como os judeus dos dias de Jesus, mais do que nunca as pedras vão falar...

As pedras falarão quando caírem como porretes em nossas cabeças...

As pedras falarão quando caírem do céu como chuva de meteoritos apocalípticos aos milhões...

As pedras falarão quando os seres mais impensáveis começarem a pregar o Evangelho, ainda que com outra cara, e bem na cara dos aturdidos e empedrados ex-discípulos.

E as pedras estão falando...

Os mais sábios, os mais humanos, os mais sensíveis, os mais perceptivos, os mais conscientes, os mais nobres nas decisões, os mais misericordiosos, os mais amigos da criação, os mais ativos no bem, os mais abertos e não preconceituosos, os mais pacientes, os mais esperançosos, os mais generosos — em geral, na maior parte, não freqüentam templos e não são religiosos, mas penas gente; gente que, segundo os cristãos, ainda não se converteram; sendo, portanto, ainda apenas pedras no caminho...

Pense nisso!...

Pastor Caio Fabio
12 de maio de 2009

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Planeta Shalom



Planeta Shalom


Sonhei.

Sonhei que estava no futuro.

Um futuro próximo ou distante?

Não sei.

Sei apenas que, nele, as galáxias se empenhavam numa guerra universal.

E, no planeta Alfa da galáxia Beta, dois guerreiros receberam suas licenças para o fim-de-semana. Aproveitaram-nas para sair num passeio a bordo de um disco voador. Afastaram-se dos caminhos conhecidos e perderam-se no infinito do espaço.

Depois de muito vagarem, avistaram ao longe um ponto – um ponto que não constava dos mapas estelares conhecidos. Aproximaram-se mais e mais, e viram que se tratava de um planeta. Resolveram explorá-lo e, quem sabe, conquista-lo.  Assim, retornariam como heróis à sua galáxia.

Pousaram o disco voador e, ao abrirem a porta, depararam-se com uma cena que lhes pareceu incompreensível:  lobos e cordeiros pastavam juntos, e uma criança deles cuidava.

Apuraram os ouvidos para o troar das batalhas; buscaram  com os olhos atentos  sinais  de exércitos em luta. Mas o silêncio era total, e ninguém mais podia ser avistado.

Uma larga estrada cortava a relva macia, e parecia levar a uma casa distante. Os guerreiros de Alfa então resolveram investigar o que acontecia ali.

Ao chegarem à casa, abriram a porta e viram um grupo de pessoas sentadas juntas, em silêncio. Eram brancas, pretas, vermelhas, e amarelas, e suas fisionomias refletiam paz e felicidades.

Diante desta cena inesperada, os guerreiros comentaram entre si: “vamos lançar nossos brados de guerra e desafiá-los... Alcançaremos então uma grande vitória que produzira o medo em todos os habitantes do planeta. Então, o conquistaremos!”

Emitiram seu grito de guerra e fizeram gestos agressivos.

Algumas pessoas se levantaram e se aproximaram deles.  Perguntaram: “quem são vocês?” E eles orgulhosamente responderam: “nós somos guerreiros do planeta Alfa, que esta na galáxia beta, e somos invencíveis. E vocês, o que fazem aqui? Onde estão os seus guerreiros?”

A resposta que receberam lhe pareceu altamente enigmática. “Não temos guerreiros, e estamos aqui rezando”, disseram as pessoas.

“Como vocês pode rezar sem ter líder que lhes diga a quem amar e quem odiar?”, perguntaram os homens de Alfa.

“Nós acreditamos que esta seja a melhor maneira de rezar – brancos e pretos, vermelhos e amarelos lado a lado, dando graças em seus corações ao Deus de sua fé.”

“Estranho... E vocês não têm guerreiros? Não têm heróis? como vencem suas guerras?”

“Não temos guerreiros porque, aqui uma nação não se levanta contra a outra, e não mais se conhece a arte da guerra. Transformamos nossas espadas em arados e nossas lanças, em foices. Como vocês devem ter visto, lobos e cordeiros vivem próximo e têm uma criança por pastor.”

“Que planeta estranho”, disseram os guerreiros. “É inacreditável! Nunca poderiam imaginar tal coisa... Que nome ele tem?”

“Tempos atrás, resolvemos mudar seu nome. Antes, chamava-se planeta Terra. Mas agora seu nome é SHALOM (Paz).”


Fonte: BUNIM, Irving. A Ética do Sinai. Editora Sêfer.


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Orgãos Internacionais x Estado

A obra de Joaquín Salvador Lavado (Quino) é estremamente inteligente, com um humor crítico por poucos alcançado, consegue transmitir de forma profunda grandes verdades.


A obra de Joaquín Salvador Lavado (Quino) é estremamente inteligente, com um humor crítico por poucos alcançado, consegue transmitir de forma profunda grandes verdades.