História e Bíblia

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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O ÔNIBUS DA HISTÓRIA

O texto abaixo é parte da histórica revista Veja extra, quando da morte de Martin Luther King


Edição extra da revista veja, abril de 1968:


O ÔNIBUS DA HISTÓRIA


Boicote ao transporte público segregado de uma cidade do
Alabama foi o ponto de partida para solidificar a liderança de
Martin Luther King na causa dos direitos civis nos EUA


Saboreando a vitória: o pastor Abernathy (à esq.) e King (no segundo banco) num ônibus após o fim da segregação no transporte


Aos olhos e ouvidos de todo o mundo, a cena de um oceano de pessoas diante do Memorial Lincoln, na marcha de Washington em 1963, e os vibrantes discursos pela harmonia social e econômica nos Estados Unidos são as mais belas lembranças do que a soul force ("força da alma") de Martin Luther King era capaz de realizar. O maior feito de sua trajetória, contudo, é menos simbólico e muito mais prático. Ao lutar até o fim pelo direito de uma mulher negra se manter sentada em um ônibus de uma pequena cidade no Alabama, sem precisar entregar seu lugar a um passageiro branco, o até então desconhecido pastor batista desafiou o estado e conseguiu uma vitória impensável em um país ainda rachado pela segregação. Foi o primeiro passo de uma histórica jornada pela liberdade, que fez de King o grande líder da comunidade negra e um ícone da batalha ideológica pelos direitos civis ao redor do planeta.


Vitória no tribunal: com a mulher, Coretta, King comemora suspensão de condenação

Em 1º de dezembro de 1955, a costureira Rosa Parks recusou-se a ceder seu assento (na seção reservada aos negros) a um homem branco em um ônibus municipal de Montgomery, no Alabama, conforme determinavam as leis segregacionistas do estado. Informada pelo motorista que acabaria presa caso não repensasse sua decisão, a mulher de 42 anos preferiu ser levada para a cadeia - e, posteriormente, a julgamento. Sua prisão silenciosa fez o Conselho Político Feminino da cidade propor aos negros da cidade um dia de boicote aos ônibus municipais, na exata data em que Rosa Parks deveria comparecer ao tribunal, 5 de novembro. Sua esdrúxula condenação pelo júri levou à formação imediata da Montgomery Improvement Association (MIA), para coordenar as ações seguintes, incluindo a extensão do boicote e o questionamento legal da constitucionalidade da lei de segregação no transporte público. Para não melindrar nenhum ativista local, a presidência da entidade foi entregue a Martin Luther King, que desembarcara havia pouco na cidade como pastor da Igreja Batista da Avenida Dexter. O líder viu a missão como uma oportunidade de melhorar as relações entre as raças e, por tabela, a situação de Montgomery.

Naquela mesma tarde, King discursou para uma multidão reunida diante da Igreja Batista da Rua Holt, já revelando o poder retórico invejável que o faria célebre. "Quero assegurar a todos que trabalharemos com vontade e determinação para fazer prevalecer a justiça nos ônibus da cidade. Não estamos errados. Se estivermos errados, a Suprema Corte desta nação está errada. Se estivermos errados, a Constituição dos Estados Unidos está errada. Se estivermos errados, Deus Todo-Poderoso está errado." Já nesse primeiro encontro, o pastor pediu um compromisso pela não-violência no protesto, traço que marcaria todas as outras manifestações, assim como os valores da ética cristã propagados por King. Poucos dias depois, a MIA tornou pública suas reivindicações: ocupação dos assentos de acordo com a ordem de chegada do passageiro, motoristas negros em rotas predominantemente negras e tratamento cortês pelos funcionários.

Conspiração e multa - A prefeitura de Montgomery não atendeu aos apelos da entidade, que decidiu continuar o boicote. Motoristas de táxi negros organizaram-se para ajudar a comunidade, e foram penalizados pela prefeitura; com isso, organizou-se uma extensa rede de caronas que mobilizou mais de 300 carros. No início de 1956, bombas foram atiradas contra as casas de Martin Luther King e E. D. Nixon, outro líder negro local, sem deixar vítimas. Em fevereiro, invocando uma lei de 1921, que proibia a conspiração contra negócios lícitos, a prefeitura indiciou mais de 80 líderes e participantes do boicote. King foi condenado e teve de pagar uma multa de 500 dólares para evitar um ano de encarceramento. Apesar disso, o boicote continuou, e atraiu a atenção nacional. Pacifistas famosos como Bayard Rustin e Glenn Smiley passaram a aproximar-se de King e apoiar o movimento.


O estopim: Rosa Parks é detida em 1956

Em 5 de junho de 1956, uma corte federal enfim determinou que a segregação nos ônibus era inconstitucional, decisão ratificada em 13 de novembro pela Suprema Corte. Houve intensa comemoração entre a comunidade negra da cidade, mas a MIA decidiu manter o boicote e o sistema de caronas até que a dessegregação realmente fosse implantada no transporte de Montgomery. Um mês depois, em 20 de dezembro, Martin Luther King anunciou o fim do movimento; no dia seguinte, ele, E. D. Nixon, Glenn Smiley e o pastor Ralph Abernathy embarcaram em um ônibus já integrado. No total, foram 381 dias de boicote, com o apoio de mais de 42.000 negros. Rosa Parks, que no meio do processo perdeu seu emprego numa loja de departamentos, tornou-se alvo de hostilidades de segregacionistas e mudou-se para Detroit em 1957, onde segue envolvida com a causa. Atualmente empregada no gabinete do deputado John Conyers, Rosa, conhecida como a "mãe do movimento pelos direitos civis", perde um de seus principais parceiros, que seguiu pelo resto da vida o lema dos manifestantes: "Melhor andar com dignidade que rodar na humilhação."

sábado, 26 de dezembro de 2009

MARX - Pensamento - Filosofia e Proletariado



“Assim como a Filosofia encontra no proletariado armas materiais, o proletariado encontra na Filosofia armas espirituais... O cérebro dessa emancipação é a Filosofia, seu coração é o proletariado. A Filosofia não pode realizar-se sem a supressão do proletariado, e o proletariado não pode ser suprimido sem a realização da Filosofia”

(MARX, Karl. Crítica da Filosofia do Direito de Hegel).



quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Balada do Amor através das Idades

Balada do Amor através das Idades


Eu te gosto, você me gosta
desde tempos imemoriais.
Eu era grego, você troiana,
troiana mas não Helena.
Saí do cavalo de pau
para matar seu irmão.
Matei, brigamos, morremos.



Virei soldado romano,
perseguidor de cristãos.
Na porta da catacumba
encontrei-te novamente.
Mas quando vi você nua
caída na areia do circo
e o leão que vinha vindo,
dei um pulo desesperado
e o leão comeu nós dois.


Depois fui pirata mouro,
flagelo da Tripolitânia.
Toquei fogo na fragata
onde você se escondia
da fúria de meu bergantim.
Mas quando ia te pegar
e te fazer minha escrava,
você fez o sinal-da-cruz
e rasgou o peito a punhal...
Me suicidei também.


Depois (tempos mais amenos)
fui cortesão de Versailles,
espirituoso e devasso.
Você cismou de ser freira...
Pulei muro de convento
mas complicações políticas
nos levaram à guilhotina.


Hoje sou moço moderno,
remo, pulo, danço, boxo,
tenho dinheiro no banco.
Você é uma loura notável,
boxa, dança, pula, rema.
Seu pai é que não faz gosto.
Mas depois de mil peripécias,
eu, herói da Paramount,
te abraço, beijo e casamos.


Carlos Drummond de Andrade



O velho do espelho

Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse
Que me olha e é tão mais velho do que eu?
Porém, seu rosto...é cada vez menos estranho...
Meu Deus, Meu Deus...Parece
Meu velho pai - que já morreu!
Como pude ficarmos assim?
Nosso olhar - duro - interroga:
"O que fizeste de mim?!"
Eu, Pai?! Tu é que me invadiste,
Lentamente, ruga a ruga...Que importa? Eu sou, ainda,
Aquele mesmo menino teimoso de sempre
E os teus planos enfim lá se foram por terra.
Mas sei que vi, um dia - a longa, a inútil guerra!-
Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste...

Mário Quintana

sábado, 19 de dezembro de 2009

Para Uma Espiritualidade Libertadora

Para Uma Espiritualidade Libertadora

Ricardo Gondim



Deus nos concedeu vida e com ela uma dádiva extraordinária: liberdade. Os filhos de Deus foram chamados para cumprir o propósito último da criação alcançando uma independência semelhante à de Jesus Cristo. Ele usou sua liberdade para fazer o bem, submetendo-se voluntariamente a Deus. Caminhar livre é caminhar responsável; rechaçar a condição de subserviente; e não se deixar conduzir com coleiras. Somente os livres reconhecem sua dignidade humana, criada à imagem de Deus, e, sem servilismo, não baixam a cabeça para opressores.

Religiosos também tentaram fazer seus seguidores rastejar. Ao longo da história, o clero já montou estruturas com o intuito de escravizar pela intimidação, pavor e morte. Aterrorizavam porque ameaçavam com maldições divinas. Entretanto, é possível se precaver contra aqueles que ousam manipular em nome de Deus.



  1. Cuidado com instituições que prometem desgraça para os que se desligam delas. Uma organização que precisa resguardar a lealdade de seus membros com intimidações se inspira no diabo. Deus não propõe que seus relacionamentos se alicercem e suborno e coerção.
  2. Cuidado com líderes que tentam defender suas posições, proclamando ter recebido uma unção especial do céu. Eles se acham inquestionáveis. Porém, entre os humanos, ninguém fala “ex-cátedra” porque nenhuma profecia é de particular interpretação.
  3. Cuidado com qualquer revelação misteriosa, que não pode ser contestada. Não aceite o estigma de rebelde só porque buscou compreender uma determinada doutrina. Uma pessoa não pode ser considerada insubmissa quando pergunta com motivações genuínas. Um culto legitimo precisa de racionalidade.
  4. Cuidado com novas verdades que, de tão inéditas, sequer os apóstolos perceberam. Todo conceito novo deve produzir uma sensação de já ser conhecido, mas que pode precisar de uma maior elucidação ou sistematização. Toda grande heresia nasceu de pessoas que se acreditaram profetas de oráculos inéditos.
  5. Cuidado com praticas que só acontecem em lugares de portas fechadas. Experiências religiosas em ambientes secretos tendem a promiscuidade ou autoritarismo. Não merece crédito quem precisa esconder o que pratica por medo de exposição. Deus é luz e deseja que se anunciem suas verdades de cima dos telhados.
  6. Cuidado com líderes que se envaidecem com seus títulos e gostam de tratamentos formais. Jesus rejeitou adulação piegas das pessoas e ensinou que seus seguidores não poderiam chamar ninguém de mestre, pois somente Deus merece honrarias como essas.
  7. Cuidado com organizações que se estruturam com hierarquias de poder. O reino de Deus não funciona como os governos deste mundo, onde os fortes comandam. Igrejas que valorizam degraus e incentivam embates políticos formam lideranças domesticadas, que sempre concordam com os influentes do andar de cima. Os que desejam “chegar ao topo” correm o risco de vender a própria alma.
  8. Cuidado com líderes que amam o dinheiro, principalmente os que enriqueceram. Eles enxergam merecedores do melhor, sonham com projetos faraônicos e usam a lógica maquiavélica de que os fins justificam os meios; criam estruturas dispendiosas, carentes de um volume absurdo de recursos e, logo, não sabem se adoram para arrecadar ou arrecadam para continuar adorando. Jesus já virou mesas de instituições assim.
  9. Cuidado com igrejas que possuem um grupo de privilegiados no alto de sua estrutura. Essa elite blinda o líder de conviver com o povo e ele acaba desumanizado, pois perde contato com a realidade da vida e não ouve críticas; mal nota que seus bajuladores só querem preservar privilégios.
  10. Cuidado com mensagens que enfatizam exageradamente a culpa. Um legalista precisa de pessoas que nunca se percebam livres. Ele não acredita. Ele não acredita em maturidade cristã, capitaliza com inadequações humanas e tiraniza seus auditórios. Evangelho significa boa notícia e deve gerar ambientes felizes, nunca paranóicos.

Há mais de dois mil anos João admoestou seus leitores a provar espíritos (IJo 4.1). Nunca precisamos seguir seu conselho tanto como agora.


GONDIM, Ricardo. Sem Perder a Alma. Editora MK, Rio de Janeiro, RJ, 2008. (texto das páginas 171 - 173).




sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O guardador de rebanhos - XXXIX


O guardador de rebanhos - XXXIX
Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)

O mistério das cousas, onde está ele?
Onde está ele que não aparece
Pelo menos a mostrar-nos que é mistério?
Que sabe o rio disso e que sabe a árvore?
E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso?
Sempre que olho para as cousas e penso no que os homens pensam delas,
Rio como um regato que soa fresco numa pedra.
Porque o único sentido oculto das cousas
É elas não terem sentido oculto nenhum,
É mais estranho do que todas as estranhezas
E do que os sonhos de todos os poetas
E os pensamentos de todos os filósofos,
Que as cousas sejam realmente o que parecem ser
E não haja nada que compreender.
Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: –
As cousas não têm significação: têm existência.
As cousas são o único sentido oculto das cousas.



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Ouvidos com Paredes



Tiranias


antigamente

diziam: cuidado

as paredes têm ouvidos


então

falávamos baixo

nos policiávamos


hoje

as coisa mudaram:

os ouvidos têm paredes


de nada

adianta

gritar


(Ruy Proença)


*****



“Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados.”

Mateus 13.15


Identifiquei-me com o poema acima, quando o li na revista “Brasileiros”, especialmente quando o poeta escreve que hoje as pessoas tem paredes nos ouvidos e ainda que gritemos de nada adiantara, pois nada será ouvido.


Lendo os evangelhos percebemos que Jesus também sentiu na pele o que é falar e não ser compreendido, também participou dessas sensações o apostolo Paulo (Atos 28. 27) e os profetas do AT (Ezequiel e Jeremias são exemplos clássicos dessas situações).


Se formos além o que o poeta escreveu (provavelmente sem intenção) é o cumprimento da profecia bíblica:


Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.

II Timóteo 4.3-4


Sempre que a verdade é pronunciada ela ofende a mentira; quando a justiçada é anunciada a injustiça é acuada; quando o amor é pregado o ódio é golpeado; quando paz é proclamada a guerra é vencida. Sendo assim, todos os que amam o que é bom, se sentem confortáveis em ouvir e ver a prédica e prática da justiça e seus frutos. Mas todo aquele que tem em seu ser obscuridades como dolo, engano, ódio, inveja, injustiças, se ofendem apenas com a exposição dos frutos do amor.


“O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus.”

João 3. 19-21


Por que Jesus foi perseguido e crucificado? Que mal havia em suas palavras e obras? Ora, nada a não ser o bem que ele fazia e dizia, mas que incomodava os corruptos poderosos daqueles dias.


O mesmo se deu com os profetas, apóstolos e servos da igreja, que morreram apenas porque escolheram uma vida de amor e não de ódio.


Hoje

Hoje parece cada vez mais que as pessoas gostam daquilo que mais as ilude. As pregações que dão ibope são aquelas cheias de triunfalismos baratos que prometem tudo, mas não ensinam nada sobre o caráter de Cristo na vida daqueles que se denominam cristãos.


Os programas evangélicos de televisão e de rádio são exemplos claros. Se há mistério há publico para ouvir e assistir; pode-se pedir não apenas 900,00 reais, mas até mais, desde que acompanhado de uma profeciazinha de vitória financeira. Pode-se até vender rosas santas, ungir celulares, e todo tipo de simpatia evangélica, que há povo para ouvir e pagar por esses tipos de programas.


Pode-se praticar falcatruas, ser preso nos EUA e condenado no Brasil, mas todos os anos lá estará o imenso rebanho evangélico seguindo tais pastores numa marcha que dizem ser para Jesus. Depois é só acompanhar o show gospel e voltar pra casa jubilando por ser crente.


Mas o que mais dói é que apesar de termos a bíblia e dela ser lida nos cultos, e de o evangelho não se enquadrar com muitas das práticas de hoje, as pessoas continuam com paredes nos ouvidos de forma que tendo olhos não enxergam e tendo ouvidos nada ouvem!


Ouvimos o evangelho hoje, que apóstolo, pastor etc., não é ostentação, mas serviço, e amanhã estamos lá os bajulando e os enriquecendo (não todos os pastores, pois há ainda gente séria). Ouvimos hoje que Cristo espera que amemos o próximo como a nós mesmo, e continuamos vendo os ministérios evangélicos (a maioria, mas não todos) num total descompromisso com tudo que seja social. Líderes e mais líderes cristãos são pegos em corrupção e continuam exercendo suas funções sem demonstrarem o mínimo de arrependimento e como se nada tivesse acontecido; e mais continuam sendo idolatrados.


Não é por não falar! Há pregadores sérios, pastores sérios, igrejas sérias, mas que não dão ibope, porque o público é pequeno se comparado com as megas igrejas da prosperidade.


Vocês já reparam que a pregação de Jesus era bem diferente da maioria das mensagens dos pregadores de ibope de hoje? Que as campanhas que arrastam multidões para as igrejas nada tem a ver com a igreja primitiva?


As pessoas preferem dar 900,00 reais para um pastor em troca de vitória financeira, do que ajudar um pobre necessitado sem espera de recompensa senão a certeza de que o amor de Deus esta presente no coração.


As pessoas preferem ouvir uma pregação de promessas de que tudo vai dar certo na vida, do que ouvir uma mensagem tal qual o sermão do monte (Mateus capítulos 5 ao 7) onde a prioridade é uma vida com o caráter de Deus.


Realmente, ainda que se grite parece que poucos ouvem e dão a devida atenção ao evangelho de Cristo! Mas Jesus ainda hoje diz para as igrejas...


"Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo."


Apocalipse 3.20

sábado, 12 de dezembro de 2009

Mapa – Palestina do Novo Testamento


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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Mapa – Os pentecostes


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domingo, 6 de dezembro de 2009

O Destino das Sete Igrejas – Laodicéia


Laodicéia
Laodicéia estava localizada numa rota comercial que a tornava um importante centro bancário. No quarto século, Laodicéia havia-se tornado a sede episcopal da Ásia Menor e os bispos cristãos realizaram ali um famoso concilio em 361 d.C. O abastecimento de água de Laodicéia vinha de cidades das redondezas por meio de um sofisticado sistema de aquedutos [*]. O sol amornava a água, o que serviu de base para a chocante analogia de Apocalipse 3.14-22. Durante as guerras entre mulçumanos da Idade Média, Laodicéia foi destruída e abandonada. No século dezessete os viajantes notaram que a cidade estava habitada somente por lobos e raposas. Suas ruínas permanecem desoladas hoje como se fora fantasma.

(PACKER, James. TENNEY, Merrill. WHITE, William. O Mundo do Novo Testamento. Editora Vida. 2001. São Paulo, Brasil).


[*] Aqueduto: é um canal ou galeria, subterrâneo ou à superfície, e construído com a finalidade de conduzir a água.


Ruínas de Laodicéia


Ruína de um aqueduto de Laodicéia

Aquedutos romano

(aqueduto romano do século I DC) Tarragona-Espanha


Aquedutos construído pelos romanos há 20 séculos em Pont du Gard França


Filadélfia


João elogiou a igreja de Filadélfia por sua paciência (Apocalipse 3.7-13). Filadélfia estava localizada numa linha central de falha geológica e era sujeita a freqüentes terremotos, e por isso a cidade foi destruída e reconstruída em diversas ocasiões. Embora os turcos e mulçumanos inundassem a Ásia Menor de ponta a ponta, Filadélfia permaneceu por longo tempo uma cidade cristã; em realidade Filadélfia foi o último posto cristão avançado da Ásia Menor até 1390. Ainda permanece como moderna cidade turca de 25.000 habitantes, chamada Alashehir, que significa cidade de Deus.


(PACKER, James. TENNEY, Merrill. WHITE, William. O Mundo do Novo Testamento. Editora Vida. 2001. São Paulo, Brasil.)



Imagens de Alashehir (Filadélfia).


Fotos turistica de Filadélfia